A história da fotografia


A história da fotografia pode ser contada a partir das experiências executadas por químicos e alquimistas desde a mais remota antiguidade. Na época em que viveu Aristóteles, na Grécia antiga, já se conhecia o fenômeno da produção de imagens pela passagem da luz através de um pequeno orifício.


Em 1525 já se conhecia o escurecimento dos sais de prata, no ano de 1604 o físico-químico italiano Ângelo Sala estudou o escurecimento de alguns compostos de prata pela exposição à luz do Sol.
Em 1725, Johann Henrich Schulze, professor de medicina na Universidade de Aldorf, na Alemanha, colocou à exposição da luz do sol um frasco contendo nitrato de prata, examinando-o algum tempo depois, percebeu que a parte da solução atingida pela luz solar tornou-se de coloração violeta escura.
O químico suíço Carl Wilhelm Scheele, em 1777, também comprovou o enegrecimento dos sais devida à ação da luz. Thomas Wedgwood realizou no início do século XIX experimentos semelhantes.
O francês Joseph-Nicéphore Niépce, em 1817, obteve imagens com cloreto de prata sobre papel. Em 1822, conseguiu fixar uma imagem pouco contrastada sobre uma placa metálica, utilizando nas partes claras betume-da-judéia, insolúvel sob a ação da luz. 


A primeira fotografia conseguida no mundo foi tirada no verão de 1826, da janela da casa de Niepce e encontra-se preservada até hoje. Dez anos depois, foi lançado o processo chamado daguerreótipo. Este consistia numa placa de ouro e prateada, exposta em vapores de iodo, desta maneira, formava uma camada de iodeto de prata sobre si. Quando numa câmara escura e exposta à luz, a placa era revelada em vapor de mercúrio aquecido, este aderia onde havia a incidência da luz mostrando as imagens.
William Henry Fox Talbot lançou, em 1841, o calótipo, processo mais eficiente de fixar imagens. O papel impregnado de iodeto de prata era exposto à luz numa câmara escura, a imagem era revelada com ácido gálico e fixada com tiossulfato de sódio. Resultando num negativo, que era impregnado de óleo até tornar-se transparente. O positivo se fazia por contato com papel sensibilizado, processo utilizado até os dias de hoje.
O calótipo foi a primeira fase na linha de desenvolvimento da fotografia moderna, o daguerreótipo conduziria à fotogravura, processo utilizado para reprodução de fotografias em revistas e jornais.
Este foi um breve resumo do processo da criação das fotos, mas espero que tenham gostado.

Pesquisada básica na wikipédia
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Dener: brasileiro, mineiro, blogueiro, estudante, sagitariano, franco e criativo. Gosto (muito) de filmes, seriados americanos e de fotografar nas horas vagas. Sou fanático por Festas a Fantasia, Halloweens e Cosplayers. Interesso-me por humor, costumes estrangeiros, design, portfólios, blogs e redes sociais.

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